jusbrasil.com.br
7 de Abril de 2020

O que podemos aprender e fazer em tempos de Coronavírus?

Comunidade Jusbrasil
Publicado por Comunidade Jusbrasil
há 22 dias

Bom dia, Comunidade Jusbrasil! Como estão vocês? Esperamos que todos bem. Eu sou Matheus Galvão e nosso assunto de hoje é o COVID-19.

Na última sexta-feira, nosso CEO, Rafael Costa, publicou um artigo com a informação de que fecharíamos nossos escritórios e trabalharíamos de casa, em home office (leia aqui). O motivo disso? A confirmação de casos do COVID-19 - doença causada pelo Coronavírus - no país.

Enquanto escrevo este texto, temos cerca de 200 casos confirmados. O que era fato em países distantes, de repente, tornou-se uma realidade próxima, numa velocidade um tanto espantosa.

Especialistas afirmam que cada pessoa contaminada pode contaminar mais 2 ou 3 e, como Rafa comenta no artigo publicado por ele, agir no princípio é uma estratégia inteligente e, mais do que tudo, humana.

Em um momento como esse, o mais importante é evitar aglomerações. Especialmente aqueles que estão em grupo de risco (idosos, asmáticos, hipertensos, diabéticos, etc.).

Mais do que isso, ter acesso a informações assertivas e confiáveis é muito importante. Em tempos de difusão massiva de fake news e correntes, estamos sujeitos a todo tipo de desinformação.

Tem sido comum recebermos vídeos e textos de pessoas afirmando que o vírus não é perigoso, que a imprensa está criando alarde e outras coisas do tipo.

A grande questão é que, aqueles que não estejam em grupo de risco precisam ter sensibilidade de que o isolamento e os cuidados exigidos para que o vírus não se espalhe são uma forma de proteger aqueles que estão.

Falando em humanidade, o que dizer de quem se aproveita de forma egoísta e usurária em um momento tão delicado?

Vimos vários casos de pessoas comprando máscaras, álcool-gel, luvas e outros acessórios que tiveram procura elevada após as notícias para vendê-los com preços superfaturados. Fora as lojas que subiram os preços desses mesmos produtos em mais de 2000%.

E o que dizer daqueles que, mesmo diagnosticados com o COVID-19, mantiveram pessoas trabalhando em suas casas?

Sabemos das nossas dificuldades como país e como isso pode afetar famílias inteiras, principalmente as mais vulneráveis.

Em meio a isso tudo, vemos que existe muita desinformação e, como nossa missão é conectar pessoas à justiça por meio da informação, nada mais justo do que buscar entender:

  • Quais dúvidas vocês gostariam de sanar nesse momento?

  • Como está a situação em cada uma das suas regiões?

  • Tem visto algum abuso por meio de lojas ou até hospitais e serviços de saúde?

  • Você gostaria de saber o que temos feito para viabilizar o trabalho de casa (home office?)

  • Há alguma informação que você pode compartilhar aqui no Jusbrasil para informar e educar as pessoas? [saiba como enviar uma publicação]

Nesse momento, o melhor é ter consciência de que toda ajuda, por menor que seja, tem um impacto alto e efetivo, e faz refletir o real valor do pensamento coletivo sobre o individualista.

E como precisamos de boas notícias, deixo aqui o link para um artigo que traz 10 boas novas sobre o assunto. Também incentivo a leitura do artigo do Rafa, que explica de forma minuciosa o padrão de comportamento do COVID-19 (leia aqui).

Nesse momento, contamos com a força da nossa comunidade - que tem papel fundamental para distribuir informação jurídica no Brasil - para o combate à pandemia.

2 Comentários

Faça um comentário construtivo para esse documento.

Não use muitas letras maiúsculas, isso denota "GRITAR" ;)

Tudo isso agora se faz necessário pq o Estado foi IRRESPONSÁVEL e não proibiu o carnaval, onde esses contágios, na grossa maioria, ocorreram, já que sabe-se que brasileiros entornam a boca do balão durante essa festividade. Recebemos inúmeros estrangeiros, sem controle, que interagiram de forma íntima com brasileiros e o resultado, OBVIAMENTE, apareceria cerca de duas a três semanas findo o carnaval. Agora, depois da casa roubada, o Estado quer colocar trancas, às custas da iniciativa privada. Perder o que ganha com o carnaval, não fez. Preferiu permitir a disseminação da doença.
Entretanto, como diria Gil Vicente, Inês é morta e agora teremos que sofrer reveses para evitar o pior. continuar lendo

Excelente iniciativa. O momento é de urnimos forças e sermos empaticos com o nosso próximo. A informação e a orientação sempre são bem vindos em momentos de incertezas e de privação. continuar lendo